Sempre-em-Pé :: Gustavo Sumpta

Performance

Sempre-em-Pé :: GUSTAVO SUMPTA
Parceria Temps d’Images

13 Nov. 18h00 | 22h00
14 Nov. 10h00 | 12h00
15 Nov. 10h00 | 12h00

Estreia absoluta

Inspirado no brinquedo Sempre-em-pé, construiu-se uma meia esfera que será o palco. O performer evolui, no topo deste, numa coreografia duracional. Aqui, o palco e o performer estarão sempre em movimento.

Ficha Técnica

Direção: José Miguel Pinto
Coordenação de produção: Valentim Neves
Coordenação artística: Francisca Marques
Coordenação audiovisual: Bruno Lança
Mestre serralheiro: Hélder Fernandes
Assistentes de produção: Carlos Arteiro, Carlos Santos, Gil Madeira, Jorge Santos
Produção: Artworks
Apoio: ArtWorks


Biografia resumida:

Gustavo Sumpta nasceu em Luanda em 1970. Vive e trabalha em Lisboa.
Performer, artista visual e actor de cinema. Curso Profissional de Intérprete do Balleteatro, Porto, Portugal. Trabalhou como intérprete e autor com o coreógrafo João Fiadeiro nas peças Existência de 2002, Para onde vai a luz quando se apaga e Case Study, RE.AL, em 2006. Foi professor no departamento de Escultura no Ar.co, em Lisboa, do Curso de Escultura, de 2009 a 2013.

Em 2020, no Grande Auditório da Fundação Gulbenkian, apresentou O melhor Mundo possível e Primeira lição de voo no contexto do programa Jardins de Verão. Mostrou a performance Levantar o Mundo no Festival Cumplicidades, Culturgest, Lisboa. Em 2017, participou no Anozero em Coimbra – Curar e Reparar – onde estreou a performance Levantar o Mundo; no mesmo ano da sua exposição individual Die Zunge an den Gaumen nähen, Rosalux-The Berlin-based art space, Berlim, Alemanha. Em 2015 mostrou Pó de Lâmpada, Festival Turbine Hall, Giswil, Suíça. Comboio Fantasma, performance de apresentação única na Calçada do Combro, Lisboa, Portugal, em 2014. No ano de 2013 participou nas colectivas A Natureza ri da Cultura, Museu da Luz, Alqueva, Portugal, e O Fim da Violência, Museu Bernardo, Caldas da Rainha, Portugal. Em 2012, realizou a escultura para o espaço público Sai das unhas, na Casa independente, Largo do Intendente, Lisboa, Portugal. No ano 2010 fez a apresentação única da performance A raiz da fruta, Festival Point d impact, Genéve, Suíça. No ano de 2009 participou na Bienal Gyumri, Museu Etnográfico de Gyumri, Arménia. Em 2008 apresenta Assim não vais longe. Estreia no contexto do Ciclo performances apresentadas no atelier RE.AL, do qual fizeram parte todos os seus trabalhos desde 2004. No ano de 2007 participou no Prémio EDP, Novos artistas, Central do Freixo, Porto, Portugal. Em 2005 apresentou a performance Vitória, vitória, acabou se a história, Toxic, Fundição de Oeiras, Portugal. E Lab 11, em 2005, no atelier RE.AL. Trabalhou como actor de teatro nos Artistas Unidos, em BAAL e O Navio dos Negros, com encenação de Jorge Silva Melo. No cinema trabalhou com José Nascimento, Ben Rivers e Gabriel Abrantes, João Botelho, Sebastião Salgado, João Viana, Teresa Prata, João Mário Grilo, Diogo Costa Amarante, Manuel Mozos, Pedro Costa e Vasco Saltão.